domingo, 24 de outubro de 2010

A ciência do sucesso

     As limitações que vivemos decorrem do uso limitado que fazemos do nosso cérebro e da programação negativa instalada em nós durante a infância. Vamos dar um exemplo: se eu colocar uma tábua com trinta centímetros de largura no chão e pedir para vocês andarem sobre ela, ninguém se recusará. No entanto, se esta mesma tábua for colocada entre as Twin Towers (os dois maiores prédios de Nova Iorque), mesmo num dia sem vento, em que o sol não estivesse atrapalhando a visão e em que nada pudesse lhe incomodar, quase ninguém aceitaria. Por quê? A razão não é física, pois a tábua é a mesma. O que acontece é que surge uma conversa dentro de sua cabeça, que diz: Cuidado! Você pode cair. Então você começa a tremer. A limitação, portanto, é resultado de uma mensagem negativa que aparece dentro do cérebro.
    É possível aprender em uma hora o que se costumava aprender em uma semana. Basta você acreditar e adquirir a tecnologia para tal. Hoje, com o sistema photo reading, consegue-se ler uma página na velocidade em que se vê uma fotografia.
     Se sua mãe lhe dizia quando criança: Menino, você é tapado! Você cresce pensando que não tem capacidade de aprender: presta vestibular várias vezes e não consegue passar. Isto não tem nada a ver com inteligência. Basta desenvolver uma boa auto-estima para conseguir êxito nas provas.
     Vamos introduzir agora o conceito de cibernética à Psicologia. Cibernética é a ciência que estuda sistemas autônomos, e assim é capaz de colocar inteligência em máquinas. A temperatura em uma sala equipada com ar refrigerado, por exemplo, depende de um termostato: quando a temperatura ultrapassa um determinado nível, o ar-condicionado liga-se automaticamente. Todos nós temos um termostato interno que determina nosso valor. Aliás, todos temos escrito na testa, com tinta invisível, o quanto valemos. Este é o valor que o mundo vai nos entregar. A realidade vai me mostrar o valor que eu acho que tenho. Ela sempre reflete o valor que o meu termostato interno (ou seja, eu mesmo) registrar. Se eu aumentar o nível do meu termostato interno, a realidade também aumenta.
     É importante reparar que o nível do termostato não tem nada a ver com a temperatura externa. Dentro de uma sala, se o termostato for regulado para 22 graus Celsius, a temperatura interna será de 22 graus, independentemente da temperatura externa. Se o meu termostato interno diz que eu valho meio milhão de dólares, isto é o que o mundo tende a me entregar: não importa a crise econômica, a situação brasileira, a conjuntura mundial. O que importa é a estrutura. A minha estrutura interna. O mundo é um reflexo do meu interior.

     Tudo o que é importante na vida é simples. Quando existem cinco teorias para explicar alguma coisa, é porque ninguém sabe de fato a explicação. Outro ponto interessante é que você não precisa entender as coisas para que elas aconteçam.
     Antes de Newton demonstrar a Lei da Gravidade, se você pulasse de um penhasco, fatalmente cairia: a gravidade não está nem aí se você a entende ou não.
     Sempre se tratou a úlcera e só recentemente descobriu-se que ela pode ser causada por uma bactéria. O importante é aprender fazendo. Se eu tiver que entender tudo que estou fazendo para fazer realmente as coisas, provavelmente não farei nada.
     Para acompanhar a evolução do mundo, precisamos usar o cérebro de modo diferente do habitual.
    O conhecimento, de agora para a frente, dobra no mundo a cada quatro anos. A partir do ano 2000, vai dobrar a cada vinte meses. As informações se multiplicam num ritmo tão intenso que é cada vez mais impossível a qualquer pessoa, inclusive ao leitor mais voraz, ficar atualizado com tudo o que se publica. É preciso usar outra parte da mente, a parte intuitiva, o hemisfério direito do cérebro, que nos abre para os poderes do inconsciente. O segredo está no inconsciente. A sua auto-estima está no nível inconsciente.
 Trechos do livro O Sucesso Não Ocorre Por Acaso, do Dr. Lair Ribeiro




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