terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O INSONDÁVEL MISTÉRIO DO SER X


O INSONDÁVEL MISTÉRIO DO SER.
EU SOU, LUZ, SAÚDE PLENA E PAZ!”
X
Dando continuidade a nossa busca seremos inseridos a partir de hoje no princípio que rege a Hierarquia que demos permissão a sua abertura para que pudéssemos compreender a forma como somos geridos e gerados perante um contexto fora dos padrões explicativos aos quais estamos acostumados.
Como somos reações vibratórias de uma Energia Essencial que nos qualificou com as suas qualidades e propriedades para que conseguíssemos realizar sem mais a necessidade da mediação de outros, porém, por um tempo nos foi escondida esta condição para que a desenvolvamos em nós, conforme princípios Éticos, Estéticos e Morais, desta maneira nós passamos a sermos os únicos responsáveis por tudo àquilo que acionarmos no campo energético.
Na decorrência da Trajetória Física Evolutiva é-nos facultado um gradual sentimento de percepção extrassensorial que em determinadas ocasiões não demos muita atenção as suas expressões, avisos e reavisos, entretanto, conforme amadurecimento psicológico vamo-nos libertando de preconceitos e condicionamentos por clichês dogmáticos onde passamos a interagir com a Lei Psico/Dinâmica do Retorno, sendo a partir deste tempo que nasce um questionamento para o qual passa a ser fundamental a sua resposta e cabe a cada um ir busca-la em seu Interior.
A resposta para tanto é a resultante da manifestação e aperfeiçoamento por prática dos dons que acima expusemos, foram relatados como SETE, mas, na realidade não são mais do que apenas uma só Percepção Extrassensorial altamente desenvolvida que nos permite termos as suas qualidades em nossas defesas ou na guarda de outros exatamente no instante em que seja solicitada uma interferência neste sentido.
Nesta caminhada por várias vezes iremos nos deparar com o nº Sete o qual precisamos fixar em nosso Mental/Ativo que a sua participação está em todo o contexto Criador, assim nos reportamos a Criação pelos Sete Átomos Primordiais de onde tudo é consequência originada.
Enquanto não sentirmos que somos um só Átomo; um só Pensamento; um só SER em constante AÇÃO continuar-se-á a viver este sentimento de que a separatividade é o nosso habitat natural e não o é. Portanto, busquemos incansadamente, a nossa Unidade com o TODO dentro da Realidade que nos envolve como Atualidade.
Ao mergulharmos neste Mistério vamos tendo a consciência de que não seremos muito bem entendidos pela simples razão do Dogma, porém, como não sou dogmático, me atrevo a confrontar conhecimentos convencionais para que sejamos capazes de chegarmos aos Portais do Sagrado Mistério, porque a resposta para aquilo que buscamos se encontra por detrás desta Porta Oculta.
Quem sou eu? – Ou, O QUE EU SOU?
Esta pergunta está na proposta Original do Criador quando nos colocou em ação no mundo das formas. A qual se poderá responder sem medo de sermos sacrílegos que – Eu Sou um SETE! – Por quê? – Porque, Sete foi a Ordem do Criador e é no, Sete que a Ressurreição dá sinal de sua existência onde passa a manifestar compreensão pelo Eterno Aqui/Agora. Vamos às análises. – Durante o ano temos a nosso conhecimento doze meses que se dividem em quatro estações aí pergunto: Por que Setembro é o nono mês e não Sétimo como o próprio nome indica? Ou será porque os dois primeiros meses fazem parte do processo Criador para manifestação de Consciências e o ano tem o seu início em Março? – Muitas filosofias assim explicam como na Astrologia o ano começa em Março, algumas Ordens Secretas têm o seu ano Novo em 31 de março, inclusive com comemorações de fim e começo de ano. Este sentido oculto dado ao Ano Esotérico não nos é explicado até que estejamos aptos a buscar lhes a compreensão.
Como tudo está envolto em mistérios este não seria diferente e assim se coloca a disposição para, também, ser desvendado.
Temos um ano comum com seus doze meses, tendo como base de princípio o Janeiro e o Dezembro como final. Entretanto, o ano se inicia com o verão em curso, coisa de treze a quinze dias conforme a sua entrada. Temos no final de Dezembro uma determinada forma de expressarmos emoções com muito barulho, alegria e fogos de artifícios, enfim, explosões e quanto mais, melhor e ao mesmo tempo não tem duração muito longa, pois, em questão de minutos tudo silencia e passa-se a comemorar um novo porvir.
Mas, o que isto tem a ver com aquilo que estamos tentando desvendar como mistério? – Vamos lá, então!
As explosões de fim de ano são simbolicamente o nascimento de algo novo que tem durante os meses de janeiro e fevereiro para entendimento e reflexão do que está acontecendo ou tempo para afloramento de consciência para aquilo que vem pela frente para poder-se cultivar, adquirir conhecimentos e experiências em prol de uma evolução. O famoso Big Bem, do Caos para o nascimento. Encerramos um ano, cansados por termos feito alguma coisa ou por não termos feito nada, tudo é motivo de espera que em um Novo Ano possamos vir a fazer melhor e que não sejamos tão joguetes das situações não compreendidas condições estas criadas por nós mesmos com esquecimento de causa, por isto o eterno renovar.
Agora vai ser melhor!
É a ansiedade humano!
Neste estado de ânimo encerramos o ciclo anual para retornarmos com nova expectativa de que alguma coisa vai mudar, ou será que, - Somos nós que precisamos nos melhorar para não termos mais estas ansiedades.
Levemente acordada esta consciência, ainda no interior do forno das transmutações ou a “Estação do Verão” que tem por mérito o calor, toma conhecimento de sua existência e passa a interagir com a nova forma, quando encerra esta etapa do nascimento para manifestação de sua caminhada o que de ora em diante não será nada fácil, porém, bastante produtiva no campo das experiências que se fazem necessárias para aprimoramento da Alma em crescimento.
Passam-se os dois primeiros meses, cheios de vida, alegrias e repletos de sonhos e desejos a se realizarem no campo das ideações sob um sol resplandecente e um calor promissor de realizações, neste período havia uma conotação de que nada poderia ser impossível realizar quando de repente tudo fica nublado, cinzento e penetra-se em um estágio de incertezas aonde tudo aquilo que havia sido vivenciado e pensado anteriormente perde o sentido, a vida se obscurece, os sentimentos e os pensamentos se anuviam na dúvida da precariedade, como se por passe mágico os sonhos um a um começam a cair para dar nascimento à insegurança é o Outono não só “atingindo” a Natureza, mas, participando por influência nos sentimentos humanos, a seguir vem o Inverno com uma força aparentemente destrutiva e descomunal.
Quando se fala em inverno muita gente treme e não só de frio, mas, de medo, de um temor sobre algo tenebroso que poderá mudar comportamentos na Terra e na própria vida individual, é um momento de estagnação, de trevas e de sofrimentos que não são entendidos por que seus discernimentos estão estabelecidos no campo das manifestações anímicas, imperceptíveis porque pertencem a conceitos empíricos, não aceitos pela personalidade imediatista como ferramenta buriladora e realizadora.
Logo após este período de tormentos e vendavais vem o renascimento com a Primavera com suas promessas envoltas em beleza e perfeição, tudo se renova, renasce, floresce e nos conduz novamente a uma nova esperança, aqui a palavra esperança é salutar, porque nos induz a aguardarmos por dias melhores, alegres, iluminados e que mais uma vez se aproxima o Verão.
Enfim, o que representam as quatro estações em nossas vidas? – Representam Ciclos Alquímicos que se fazem presente para entendermos que estas mesmas etapas se realizam em nosso dia a dia, assim se têm:. Da uma hora da madrugada até às seis horas da manhã um Inverno; das sete horas ao meio dia a Primavera; da uma hora da tarde, ás dezoito horas se nos apresenta o Verão e das dezenove horas a Meia Noite o Outono.
Explico: Como falei acima muitos ramos filosófico-religiosos afirmam que morremos e nascemos todos os dias e que nem sempre teremos a certeza de acordarmos pela manhã ou depois de uma noite de sono. Estas afirmações estão ancoradas naqueles Sete Dons que nos aprimoram comportamentos em busca de uma maturidade psicológica, amadurecimento este que nos dará segurança e conforto a um real viver baseado em um crescimento consciente do que somos e do onde estamos inseridos para manifestarmo-nos. Para resumirmos nossa exposição acima podemos definir nossas “Quatro Estações” como sendo as Quatro etapas de nossas vidas que seguem movimentos rítmicos em favor desta maturação o que nem sempre é alcançada por falta de compreensão em uma única só reencarnação.
Assim fomos formatados para nascer, crescer, envelhecer e morrer, nascemos na Primavera, crescemos no Verão, envelhecemos no Outono e morremos no Inverno até que compreendamos que isto é repetido em nosso cotidiano viver quando nascemos pela manhã (Primavera), crescemos à tarde (Verão), envelhecemos a noite (Outono) e morremos na madrugada (Inverno), para, então tudo recomeçarmos. Compreendida esta Mecânica Universal, podemos ter a convicção que só morreremos se e quando quisermos, pois, aprendemos a conhecer e controlar o tempo e o espaço ao nosso redor e dele fazermos o melhor uso por quanto desejarmos e as etapas geradoras das Energias não deixarão de existir, porém, com conhecimento de causa passam a interagir com nosso mental/ativo para realizarem aquilo que desejarmos ser e não o que pensamos estar sendo.
Neste discernimento está inserido um novo mistério que um dia nos será facultado o seu acesso, a Imortalidade do Corpo, o que de certa forma já estamos vendo acontecer com um revigoramento acentuado em nossa “velhice” humana.
A longevidade já é uma realidade científica, apesar de pouco entendida por falta deste conhecimento sobre o controle dos estágios que perfazem o contexto para a devida Maturação Psicológica do anímico/consciencial e psicobiofísico.
Não somos seres alienados, somos sim, precariamente instruídos sobre mecânicas universais que só são permitidos o seus acessos a quem for escolhido pelos “Doutos da Sabedoria” como se fossem donos deste manancial de Vida, Deus não escolhe ninguém para este caminhar, cada um é que se faz escolher ao se colocar na trajetória sem medo de ser feliz, mesmo sabendo que terá que confrontar ideias dogmatizadas e subjugadoras da mente humana.
Estes conceitos de realidade se fazem presente mediante afloramento de um questionamento alicerçado no tempo, perguntas elaboradas na certeza de que as poderemos interpretar se buscarmos no profundo de nós mesmos as suas respostas.
Uma destas indagações leva-nos a questionarmos a permanência! – O que é imutável e duradouro em nossa caminhada ascensional? – O que é fixo e não tem possibilidade alguma de sofrer variações de espécie nenhuma? Nada, a não ser a nossa Essência, somente Esta não sofre modificações e será a Ela que teremos que retornar a consciência o resto todo é passível de mudanças, sim, Graças a DEUS.
A Essência Energética da qual somos oriundos não sofre nenhum tipo de transformação, mas, tem em si a propriedade de transformar gradativa e naturalmente tudo aquilo que lhe é colocado à frente, entretanto, se houver uma ajuda mental considerável essas mudanças acelerarão e se farão visíveis com muito mais rapidez.
Saber que isto é possível leva-nos a uma busca em princípio baseada na curiosidade do será, para depois aflorar uma consciência para uma vivência diferenciada e não somente pela Lei de Sobrevivência como normalmente a usamos.
Isso é pobreza de espírito, miséria esta proposta por uma personalidade que não teve a sua condição elevada à maturação psicológica a qual lhe permitirá, então, não mais ser condicionada pelo mundo circunstancial, passando a se transformar em Mestre de Si mesmo.
Não vamos nos afastar da ideia de reconhecermos os “Semideuses” operando em nosso interior com justo uso da Essência Primordial para que sejamos perpétua e merecidamente mantidos neste campo de evolução. Para tanto precisamos ter a certeza do que queremos e porque queremos nos manter vivos eternamente.
A imortalidade se não for para ser vivida com sentido criativo, construtivo ela não tem por que acontecer. Fora deste contexto, é melhor que continuemos a nos beneficiarmos na Roda de vida e morte chamada de reencarnação para que venhamos a reconhecer a nossa forma real para permanência na terra.
Os Sete Arcanjos que protegem os Portais de nossas Igrejas Internas é quem são os liberadores das possibilidades metafísicas do bom funcionamento destes Órgãos que compõem a complexa máquina humana, o Corpo. Cada um com o seu nome específico como próprio São João os denominou em o Apocalipse ou o Livro das Revelações. Este Livro Bíblico é o único de Ordem Iniciática que temos a disposição de nossas mãos sendo muito complexa a sua interpretação, mas, quando compreendida a sua mensagem nos abre estes Portais Sagrados aonde nos permitirão por merecimento de busca e perseverante trabalho realizado a interagirmos com os Elohins Criadores na manutenção e preservação de nossos corpos físicos por quanto tempo quisermos.
Vou deixar agora que cada um pense em particular sobre o que será aqui exposto nas próximas postagens com relação a estes Sete Átomos Primordiais que realizam a Obra Divina em Terreno Fértil... Os Sete Arcanjos que são os encarregados da Guarda destes Mistérios que falamos acima.
Com certeza iremos surpreender muita gente neste sentido, mas, o que importa que questionemos estes processos e tentemos encontrar as respostas que se escondem em nosso interior.
Até a Próxima semana!
Sejam Iluminados pela Luz Maior!
EU SOU,
El Pensator!
Carlos Barros!

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