quarta-feira, 21 de maio de 2014

O INSONDÁVEL MISTÉRIO DO SER XXVI


O INSONDÁVEL MISTÉRIO DO SER.
XXVI
EU SOU, LUZ, SAÚDE PLENA E PAZ!”
Átomos... Ou Semideuses?
Continuando a Viagem pelo Oceano da Vida!
Nesta Nau chamada Corpo!
Para que possamos entender aquilo que falamos como forma de criarmos as nossas correntes de fluxo evolucionário, precisamos atender para as nossas capacidades de condução de pensamento e atos. Os pensamentos coordenam e as ações sacramentam, por isto, termos em tão pouco tempo mais adversidades de que benignidade. A Jornada existencial se desenvolve nestas correntes que, indiscutivelmente, são chances que se tem para um crescimento saudável, entretanto, por estarmos propenso as interferências vibratórias e as influências por suas irradiações que nos tornamos marionetes destes fluxos e não Senhores.
Explicando: Muitas vezes acordamos pela manhã achando que tudo é belo e que tudo está maravilhosamente bem, que o Céu é o nosso Limite e que nada poderá modificar este estado de ânimo e que a Vida tem um magnífico sentido e, quando não mais do que de repente por um sentimento, por uma palavra alheia mal formulada ou ainda por uma lembrança, passamos deste Humor favorável para outro obscuro e em alguns casos até tenebroso.
Porque isto acontece?
Porque, não sabendo ler os Sinais que se apresentam a nossa frente nos tornamos em presas fáceis destas correntes vibratórias que nos foram, vejam bem, sem conhecimento de causa impostas a nelas começarmos as nossas navegações pelo Grande e Mágico Oceano, dentro de uma condição recebida na formação onde prometemos fazer de tudo para virmos a entender nossa condição de cocriadores e desta forma determinarmos que tipo de corrente desejamos para o seguimento saudável de nossa Viagem e a consecução e finalização da Grande Obra da qual somos os Supremos Arquitetos “Do nosso Universo” que nada mais é do que o Corpo Físico e suas composições Internas para que tenhamos satisfações na realização de nossa primeira e mais próxima Egrégora de Comunhão entre a Alma, a Personalidade e os Elohins Criadores. Nesta Corporação haverá uma harmonia de desenvolvimento que permitirá que todos os participantes vibrem dentro da mesma composição vibracional para que se estabeleça a Unidade de Ações e Pensamentos e as realizações Justas e Perfeitas se manifestem neste Aqui/Agora.
Como acabamos de ver, são estes estados de humores que oscilam sem controles que nos fazem ser o que somos e não o que gostaríamos de Ser. São eles, inclusive os responsáveis pelos variados abandonos de embarcações que fazemos encarnação após encarnação, assim dependendo daquilo que fomos ontem, talvez não queiramos ser hoje e quanto maior for o discernimento e a conduta que dermos ao controle de nossos humores menores serão os barcos que precisaremos timonear pela simples razão na qual aprendemos a não adquirir e guardar tantos badulaques em vão, elementos que, apenas, nos tomam tempos preciosos de vida e que no final não nos servirão para nada. A Nau fica mais Leve e o Timoneiro com a sua tripulação passam ao regozijo de uma Felicidade Plena! Sonho? Utopia? – Creio e só creio que se buscarmos, esta condição se encontra ao alcance das mãos.
A Viagem é executada em várias etapas dentre as quais uma delas é o acúmulo de bens que é desenvolvido em uma necessidade de conquistas, de posses, de fama, necessidade de se apresentar ao mundo como alguém capaz de por Ele ser beneficiado, neste estágio o marinheiro em viagem pensando ser Senhor sobre as possibilidades passa a ser escravo das circunstâncias motivado pelas aparências ilusórias do Ter e quanto mais adquire mais vazio de si mesmo se torna criando a sua volta uma aura falsa de protetores que em realidade só observam em torcida para ver até aonde vai e quando tudo cai por terra até os parentes desaparecem ficando somente os fiéis escudeiros e estes não são muitos e ao mesmo tempo são aqueles que aparentam ter menos condições para um apoio em horas de flagelo psicológico, mas, são eles que ali estão estendendo a mão da forma como lhes é possível até que outra oportunidade mediante nova corrente possa ser apresentada a frente para que a viagem continue favorável à evolução, sabiamente Confúcio afirmou: “Quando se está no auge do sucesso conhecemos nossos amigos pela quantidade e no fracasso pela qualidade”, fazendo com que entendamos a diferença.
Nesta etapa acontece uma façanha interessante, Egrégoras externas se dissolvem para que novas aconteçam, e elas vem para que a Egrégora Interna reconheça a sua condição deificada na inerência da Imagem e Semelhança, ou seja, para que se fortaleça e se liberte dos grilhões que a aprisionam ao Mundo das Ilusões Passageiras.
A Imortalidade
A cada descida da Alma no Campo da matéria é pelo espaço metafísico considerado como nova oportunidade facultada na trajetória da Evolução. Em alguns momentos de nossos encontros falei sobre a Imortalidade do Corpo Físico e acredito piamente nesta condição. Por quê? – Porque a cada troca de corpo pela passagem reencarnatória somos condicionados, por precaução anímica, ao esquecimento daquilo que se vivenciou no passado, baseado nisto, ficamos obrigados a recomeçarmos vida após vida, mas, pensem comigo, se não precisarmos mais desencarnar e permanecermos em um mesmo corpo por muito mais tempo não precisaremos voltar a caminharmos por veredas obscuras em busca de respostas que já a temos em nosso interior, levando para a nossa Nau de Navegação novamente incertezas a serem modificadas ao passo que ficaria muito mais fácil continuarmos a timonear aquilo que já estávamos acostumados a manejar por convivência e não por necessidade de reaprendizado em um barco que não temos a mínima condição de sabermos como irá se portar mediante os novos desafios que a sua frente se apresentarão. Há algum tempo atrás escrevi um Livro com o título, muito batido por sinal, mas, que continua sem acesso pelo ser humano, “Medicina Universal – Autocura, sua é a escolha”, nele escrevi que através do reconhecimento dos Elementos Criadores que temos a nosso dispor no interior do corpo “os Elohins Criadores” e que são os responsáveis pela expressão dos nossos corpos seguindo um padrão de obediência a tudo aquilo que emitimos como pensamentos em relação aos nossos corpos. A Frase dita no passado é uma realidade a ser descoberta “Mente sã, corpo são” – “Somos aquilo que pensamos ser”, afirmo naquelas páginas que deveremos voltar a aprender a repensarmos os nossos corpos de forma a darmos a eles a estrutura que desejamos que eles tenham e não esta dúvida sobre as suas constituições futuras. O pensamento direcionado conduz a criação de correntes energéticas que nos farão navegar por águas tranquilas ou não, a condição vai depender justamente da maneira como elaborarmos esta condução para a finalização perfeita do corpo físico. Explico nas linhas do referido livro que aquilo que pensamos são as ferramentas que os Elohins se beneficiam para executar as condições do corpo naquilo que se refere à formação, manutenção e preservação e isto representa caminho para a longevidade e ao possível rejuvenescimento, assim estabelecem-se possibilidades de vida mais tranquila e produtiva pelo simples fato de nos encontrarmos em harmonia quase perfeita com o fluxo o qual aceitamos seguir como disciplina plena para a Imortalidade. Estas correntes energéticas são elaboradas na consecução harmônica entre os Instintos e as Emoções, como disse, são as matérias primas dos Sentimentos. Nas suas manifestações estão os reflexos daquilo que pensamos e desejamos, fazendo com que venhamos a tomar algumas decisões que nem sempre estão de acordo com as faculdades comuns e desta forma, perdemos o contato com nossa realidade donde, então, parte a condição de migrarmos para uma nova e promissora temporada em outro corpo, em nova embarcação que será novamente aprimorada para vencer os reveses que a Viagem apresentará.
Deixo claro que a saída do corpo para mim nada mais é do que um subterfúgio, por não nos reconhecermos como seres inferiores, com sentimentos nocivos a nós mesmos, desta forma, perde-se a autoestima e por falta de confiança em si mesmo o homem se encolhe perante os desafios da vida e se esconde atrás da cortina da morte para poder voltar mais tarde com um novo alento e com uma nova possibilidade de fazer de novo e quem sabe desta vez corretamente.
Diz alguns ramos do desenvolvimento pessoal, também, que cabe a cada um a escolha do que quer para si, ledo engano, as escolhas só acontecem àqueles que buscam desenvolver os caminhos interiores para desvendamento de seus próprios mistérios. Enquanto isso não acontecer por deliberada vontade à humanidade segue correntes naturais de evolução propostas pela maneira como foi desenvolvida a navegação que o Viajante fez, inconscientemente, nas suas vidas passadas. Estas viagens sem destinos estão carregadas de dores e sofrimentos que tem como finalidades, apenas, o amadurecimento psicológico do tripulante que navega a deriva nas ondas tempestivas de vibrações incontroláveis, movidas por emoções e sentimentos eivados de somente instintos e não purificados no cadinho das transmutações, fazendo com que se arrastem em busca de um horizonte perdido, são elas que permitem a troca de Nau na maioria das vezes em plena viagem, deixando para trás, apenas, uma pergunta aos que ficam, um “Por quê?” sem explicação e ao mesmo tempo como se fosse possível achar uma desculpa para a estratégica saída do corpo. Vimos ficar no passado todo um conhecimento adquirido que não será aproveitado na nova forma corporal que se irá onibarcar, pois, as novas acomodações da Alma exigirão novos comportamentos e o esquecimento do anterior é inevitável. Não se pode achar que se trará para o hoje aquilo que nos serviu no ontem, será necessário um recomeço sem base fundamentada no ontem, por esta razão os defensores da Imortalidade ou da permanência no corpo por tempo indeterminado seguirem um padrão de requerimento correto, pois, acreditam que quanto mais tempo se permanecer em um mesmo corpo, muito mais coisas poderão ser feitas e a consciência poderá ser mais aflorada em função de registros mais longos no campo da materialidade e somente desta maneira será possível ter-se vislumbres do passado até que seja permitida a pesquisa nos registros acásicos e o passado e então terá força formativa em novos comportamentos, aí sim, com lastro abalizado pelas experiências anteriores. A lembrança, então, terá começo sem afetação do agora, apenas, comprovações do certo e do errado para que não se venha novamente a repetir formas inadequadas.
Todos os obstáculos propositadamente colocados no trecho de passagem do viajante são para que se estabeleça esta maturação que é buscada pela metafísica com a finalidade de preparar o caminhante para que não venha mais sofrer as influências do não Conhecido o que lhe faz sofrer violentamente, ao entender tais condições passa a Conhecedor, então Senhor Absoluto sobre a sua existência.
Ocorrências que jamais aconteceriam ao Viajante experiente, confortado pelo Conhecimento pleno de si mesmo, sabedor de que as causa são capazes de refletirem efeitos e que estes poderão ter a conotação que desejarem dar-lhes e não mais serem por eles usados como fantoches de circunstâncias mal elaboradas.
Um dia ser-se-á cônscios de que todas estas fugas da matéria serão inúteis, pois, facultados pelo discernimento de que tem internamente condições de vencerem, não só as barreiras tenebrosas e obscuras que durante milênios os fizeram navegar as cegas por veredas nada confortáveis, mas, conhecerem a si mesmos como os únicos responsáveis por tantas lutas sem um aparente nexo que não sejam à satisfação momentânea do Ego.
Todos, inegavelmente, passam por diferentes comportamentos em uma Vida para outra, ora vem-se com qualidades e propriedades fantásticas, com uma desenvoltura de embasbacar o mundo, já em outras, se vem de forma a aparentar que nada tem para oferecer para este mesmo mundo que ontem os brindou com as suas regalias. Porque isto acontece? – Justamente por esta fuga que a personalidade vacilante obriga a Alma a executar para que venha desenvolver toda a sua capacidade de assimilação nas múltiplas formas que preenchem os espaços isentos de lembranças no Campo Anímico/Consciencial e psicobiofísico para manifestação e execução da sua Missão Cósmica, porém, como disse, com a força inexorável do esquecimento.
Quando conseguirmos determinar o tempo que queremos permanecer em um mesmo corpo por termos aprendido a discernir sobre as ferramentas que são colocadas em nossa passagem, então, a Personalidade atinge uma maturação suficientemente forte para perpetuar-se em um mesmo corpo pelo tempo que se determinar a ficar.
Este estágio evolutivo faculta a condição da proficiência anímica onde a Personalidade se mescla a Alma para realização da Unidade fazendo com que se expresse uma Força Corpórea capaz de liberar uma condição Saudável, Próspera e Feliz em todos os sentidos.
O Homem que atingir este conhecimento de si mesmo estará apito a ser um Verdadeiro Comandante de sua Nau, agora, já não mais tão transitória, mas, uma embarcação forte que lhe permite ser um navegante de águas tranquilas, aonde a tripulação será sempre a mesma sem a necessidade de uma troca ou reaprendizado que nas entrelinhas do subjetivo ter-se-á impressão de conhecer aquilo ou aqueles que a frente se apresentam.
Ao Viajante da Luz será permitido por deliberada vontade o acesso ao passado e este não mais o afetará!
Boa leitura a todos!
EU SOU,
El Pensator!
Carlos Barros.
 



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